Na mensagem de Boas Festas, a Ministra da Justiça e da Administração Interna destaca o esforço de adaptação feito por todas as estruturas e organizações para continuarem a funcionar, apesar das dificuldades.
«O universo humano vive em busca de paz e de justiça e procurar assegurá-las constitui a mais nobre das missões», refere Francisca van Dunem.
Os Oficiais de Justiça, no entanto, vivem num universo paralelo.
A ainda ministra da Justiça disse que este ano foi “mais um ano difícil” que teve como regra de base a adaptação, mas apesar de todos os constrangimentos “conseguimos continuar a funcionar e fizemo-lo em conjunto, partilhando as dificuldades e regozijando-nos com as conquistas e com as superações”, sublinha a Ministra.
Os Oficiais concordam com o ano difícil mas não se regozijam com nada.

«Tenho o privilégio de trabalhar com excelentes equipas, em que todos eles deram de si o melhor que tinham neste contexto de enorme dificuldade», afirmou.
Mas essas ditas “excelentes equipas” quando “deram de si o melhor que tinham”, deram pouco, talvez porque tinham apenas esse pouco, quase nada; nada mesmo, porque, afinal, foi mesmo nada aquilo que obtiveram os Oficiais de Justiça.
Por fim, ficam os desejos da ministra de “festas tranquilas para todos”, mas, quando se refere a “todos”, compreendemos que essa tranquilidade não abarca mesmo todos e deixa de fora os do universo paralelo: os Oficiais de Justiça e prova disso é aquele disparatado despacho de 24 de dezembro, a fixar serviços mínimos para essa sexta-feira apenas e não para a sexta-feira seguinte, e de surpresa como é bom que suceda com as prendas natalícias.
Pode, querendo, assistir ao vídeo que segue, relativa à mensagem de boas festas da ministra da Justiça.
Fonte: “MJ”.
