Na última edição da revista "Cristina", vem uma entrevista com a ministra da Justiça e, embora lá não conste a salvação das unhas, a apresentadora fez questão de dizer no seu programa que a assistente da ministra da Justiça lhe apresentou uma ideia para tratar das unhas durante o período em que os estabelecimentos comerciais estavam fechados.
Francisca van Dunem disse a Cristina: «Sabe que foi o seu kit que me salvou esta quarentena» e ainda «Que ideia maravilhosa, eu consegui resolver as minhas unhas», referindo-se ao kit da marca “Cristina Verniz Gel” que permite retocar as unhas de gel em casa.
A ministra da Justiça faz parte da capa da revista que apresenta o seguinte título: “Uma Questão de Justiça”.

A entrevista aborda questões como o racismo, a vida e o percurso profissional da entrevistada, revelando esta aquilo que considera ser o traço mais marcante do seu mandato: o processo do Maior Acompanhado.
Cristina – “Não ambicionou ser ministra mas agora que o é, o que deixa de bom?
Francisca – “A coisa que mais me marcou foi a criação do Estatuto do Maior Acompanhado. Portugal tem uma população envelhecida e é dos países da Europa com maior predominância de demências e doenças incapacitantes. Isto significa que temos muitas pessoas que, por si só, não têm a capacidade para reger a sua vida e os seus bens. A resposta que o Estado tinha para isto eram duas reações: uma era frouxa, a outra era a bomba atómica, se assim se pode dizer; era a interdição e a inabilitação.”
Na entrevista a ministra da Justiça assume que a perceção negativa da Justiça continua a existir.
Cristina – Qual acha que é o olhar dos portugueses em relação ao momento da justiça que estamos a viver?”
Francisca – “A vida é feita de perceções. Relativamente à Justiça, considero que existe uma perceção negativa que persiste, infelizmente.”

Fontes: “Notícias ao Minuto”, “Famosos ao Minuto”, “Sol”, “Sic Mulher” e “Revista Cristina”.
