Se tudo correr como previsto, ainda antes do verão deverá estar instalado em todos os edifícios judiciais e judiciários, um novo sistema de picagem do ponto, agora com impressão digital.
Acaba-se a picagem do ponto no computador e acabam-se as ocorrências de anomalias que impedem a picagem, uma vez que o novo sistema é autónomo e, mesmo sem rede, poderá guardar a informação das entradas e saídas durante alguns dias e, após, quando houver ligação, automaticamente transferir a informação armazenada.
O concurso internacional prevê a instalação de, pelo menos, um equipamento por edifício na esmagadora maioria dos edifícios, sendo agraciados aqueles edifícios que albergam mais quantidade de Oficiais de Justiça e de Funcionários de Justiça, com 2 ou mesmo 3 terminais, embora estes já sejam em número bem menor. Haverá dois edifícios com 4 e um com 6 terminais. Para a DGAJ ficam reservados 12 equipamentos.
A pontualidade poderá sofrer alguma dilação, especialmente na hora de entrada, uma vez que alguns poderão pôr o dedo pontualmente e outros, que aguardem na fila, depois.
Serão adquiridas 355 unidades destes equipamentos que deverão possuir um ecrã tátil a cores, permitindo não só o registo biométrico, mas ainda uma outra opção, e apenas mais uma das duas seguintes: a picagem alternativa por cartão de aproximação ou por um código PIN programável e com comprimento configurável.
O prazo para apresentação de propostas já está a correr e termina no dia 18MAR, após o vencedor do concurso terá um prazo limite de 60 dias para pôr tudo a andar.
Os terminais de controlo biométrico serão adquiridos com dinheiros do PRR e o valor máximo levado a concurso é de 360 mil euros (360.325,00).

