A propósito da última informação sindical do SFJ, de há 3 dias, do dia 21JUL2026, depois da reunião corrida no dia anterior, vamos hoje, a seguir, reproduzir uma notícia da agência Lusa, difundida, neste caso, pela RTP, mas que é de julho de 2005, isto é, de há 21 anos; de há duas décadas mais um ano.
Conforme pode comprovar na notícia, cuja hiperligação se encontra no final do artigo indicada como fonte, constava assim:
Em título: “Funcionários Judiciais desiludidos com reunião no Ministério admitem greve” e em síntese de subtítulo: “O presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Fernando Jorge, saiu hoje "desiludido" da reunião com o ministro da Justiça, admitindo recorrer à greve caso o Ministério não inicie até setembro um verdadeiro diálogo com os sindicatos.”
O corpo da notícia começava com uma citação do então presidente do SFJ – recorda-se que a notícia fez este mês de julho 21 anos.
Dizia assim Fernando Jorge:
«Se até setembro não houver uma alteração significativa da atitude do Ministério, sobretudo ao nível do diálogo institucional, vamos equacionar todo o tipo de ações», afirmou Fernando Jorge, no final do encontro.
E continua a notícia assim:
“Sem querer adiantar as formas de protesto que serão adotadas, o representante dos funcionários judiciais lembrou, no entanto, que "a greve é um direito constitucional" de que o sindicato não abdica e ao qual poderá voltar a recorrer, "caso seja necessário".
O representante dos funcionários judiciais foi, no entanto, o que saiu mais insatisfeito do encontro, afirmando-se "desiludido".
«Em relação a nós, oficiais de Justiça, saio ainda mais desiludido porque constatei que fomos marginalizados e ignorados. A manter-se este tipo de situação, a nossa atitude vai ter de ser outra e será, naturalmente, uma atitude de protesto e indignação», referiu.
Em declarações aos jornalistas, Fernando Jorge lamentou ainda que os funcionários judiciais tenham tido conhecimento através da comunicação social de medidas do Governo que afetam o sector, como o congelamento das progressões nas carreiras e as alterações ao estatuto de aposentação.
«Noutros ministérios tem havido diálogo entre o titular da pasta e os representantes do sector e nós não constatamos isso no Ministério da Justiça. É isso que exigimos», reiterou Fernando Jorge.
E agora um extrato da canção de Victor Espadinha intitulada “Recordar é viver” que também pode ouvir e ver via hiperligação também abaixo inserida na indicação das fontes.
Sim eu sei, é triste viver de ilusões
Mas tu foste, a mais linda história de amor
Que um dia me aconteceu
E recordar é viver, só tu e eu»
Fontes: "RTP/Lusa-06JUL2005" e “Canção de Victor Espadinha, Recordar é Viver”.

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