Oficial de Justiça

DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL
publicação periódica independente com 14 ANOS de publicações DIÁRIAS especialmente dirigidas aos Oficiais de Justiça

COJ com 15 Equipas Inspetivas

      Publicou ontem, 06DEZ, o Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ), na sua página de Internet, a posse de duas “novas” equipas inspetivas a 18NOV.


      Diz assim a nota do COJ:


      «Na sequência do recrutamento aberto para inspetores do Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ), tomaram posse as seguintes equipas inspetivas» e segue-se o nome dos membros das duas equipas inspetivas, isto é, dos quatro Oficiais de Justiça.


      Na realidade não são novas equipas, mas velhas equipas, o que vem demonstrar que o recrutamento para este Conselho continua difícil; desmotivador…


      De todos modos, prevê-se para breve mais um novo recrutamento e até já se apontam candidatos novos, embora também “reciclados”, como se verá.


      Na página do COJ pode consultar os constituintes de todas as equipas inspetivas atuais que, neste momento, são quinze, isto é, um total de 30 Oficiais de Justiça.


      Pode consultar por AQUI todos os nomes das equipas inspetivas em funções.


      Na fotografia abaixo pode ver o vice-presidente do COJ ao centro, ladeado das duas equipas inspetivas que tomaram posse em novembro.


      Que ninguém esqueça que este Conselho, que é dos Oficiais de Justiça, constitui algo de muito relevante para a carreira. Poder-se-á criticar tudo, os métodos inspetivos, a renovação das equipas, o exercício do poder disciplinar, a falta de outras atribuições... Tudo poderá ser criticado, pois toda a crítica poderá contribuir para uma construção mais sólida e mais ampla, mas nunca se admita que a crítica seja pobre, de mente curta, destrutiva e contribua para o fim ou para a limitação, ou para o cercear de atribuições, como ainda recentemente víamos expresso no projeto de Estatuto apresentado pelo Governo.


      Este Conselho, que é dos Oficiais de Justiça, carece de ser melhorado, sem dúvida alguma, mas não pode ser destruído, pois a sua existência constitui uma riqueza que engrandece a carreira dos Oficiais de Justiça.


      Claro que estas palavras não agradarão a muitos mas, se pararem a pensar, poderão concluir que uma carreira especial com um Conselho próprio como este, é mesmo mais especial do que as avaliações e exercício do poder disciplinar levado a cabo pelos superiores hierárquicos diretos e do tipo do tão contestado sistema de avaliação SIADAP, a que se assiste nas demais carreiras da Função Pública.


      Não se confunda a existência valiosa e defensável com estagnação e imutabilidade. O Conselho faz falta à classe mas a classe quer muito mais dele e é isso que está a fazer falta.


COJ-TomPosse2EqInsp+VicPresRodolfoSSerpa(Nov2021).


      Fonte: “COJ”.

0