Oficial de Justiça

DIÁRIO DIGITAL DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DE PORTUGAL
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Citote: SFJ consegue marcar presença com uma edição

      O “Citote”, constituído agora como uma “empresa jornalística”, voltou a ver a luz do dia, com umas pobres 11 páginas de conteúdo genericamente irrelevante.


      O atual “folheto” da “empresa jornalística” é dos mais fracos, senão mesmo o mais fraco, de toda a história desta publicação.


      O anterior “Citote” saiu em dezembro de 2020, composto por 46 páginas e com conteúdo relevante e oportuno à época.


      E antes desse outro havia saído 4 anos antes, em 2016, com um congresso pelo meio onde se decidiu que a publicação deveria ter uma edição periódica muito mais frequente, o que nunca veio a suceder.


      O Oficial de Justiça Rui Octacílio, subscreve um artigo nesta última edição que começa assim:


      «É, e será sempre, com especial afeição que se escreve neste “Citote”. Sente-se, quiçá equivocadamente, que este histórico espaço opinativo está sempre numa espécie de limbo, tendente ao seu desaparecimento, ou se quiserem de forma mais diplomática, ao seu “esquecimento”.»


      E esse sentimento e dúvida que Octacílio menciona comprova-se que não é uma mera sensação mas uma realidade e que também não corresponde a qualquer incerteza, mas a uma confirmação.


      Já o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), através da sua nova “empresa jornalística”, anunciou nesta edição uma autêntica revolução do tipo: “agora é que é”!


      Diz assim:


      «O Citote é uma revista que será publicada trimestralmente, sendo três apenas em versão digital e uma em papel, ou se as necessidades da ação sindical o exigirem, bimestralmente, podendo ser também efetuadas edições especiais.»


      Quer isto dizer que a publicação ocasional poderá vir a ter agora, pelo menos, 4 edições anuais. É uma promessa muito forte que tem de ser cumprida.


      Já na edição de 2016, a penúltima antes da atual, afirmava-se que o regresso do Citote vinha “para se constituir como um meio de comunicação sindical, que efetua a interpretação e a discussão das temáticas relacionadas com o trabalho e a carreira de Oficial de Justiça” e desde tal edição saiu apenas mais uma em 2020 e a de hoje.


      No anúncio que o SFJ faz desta última edição pode ler-se o seguinte:


      «O Citote, como revista dos Funcionários Judiciais, serve como veículo de ligação, proximidade, solidariedade e visibilidade, para aprofundar o conhecimento da realidade local e auscultar “de viva voz” os anseios e expectativas de cada um dos funcionários e associados, sendo uma forma mais dinâmica de interagirmos, preservando a longevidade desta revista tão nossa.»


      E prossegue assim:


      «É um palco que através da comunicação informal, poderemos todos divulgar e partilhar conhecimentos, ideias, reivindicações e vontades de forma abrangente e transparente, construindo uma relação de confiança.


      Assim, fica a publicação deste trimestre, com as contribuições que nos chegaram, apelando a todos que contribuam para a construção no mesmo, com os vossos artigos de Opinião com interesse relevante para os associados.»


      Quer isto dizer que a atual edição corresponde ao último trimestre de 2022 e que a próxima edição sairá num dos três meses de 2023: janeiro, fevereiro ou março.


      Os Oficiais de Justiça ficam a aguardar tal edição, a primeira de 2023, com ânsia de comprovarem se a qualidade prestada pela nova “empresa jornalística” nesta edição “zero” resulta melhorada.


      Pode consultar as duas últimas edições do Citote no seguinte endereço: https://sfj.pt/citote/


Citote-202211.jpg


      Fonte: “SFJ-Facebook”.

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